
Na Índia, a Caralluma fimbriata, um cactus suculento e comestível que pertence à família Asciepiadceae é também conhecido como um alimento para fome e supressor do apetite e da sede entre as populações tribais. Ele cresce de forma selvagem por toda a Índia e é também plantado como arbusto ao longo de rodovias e como divisa de jardins. A Caralluma fimbriata é ingerida de várias formas na Índia, pode ser cozido como um vegetal normal, com sal e pimenta; ou até mesmo comido cru. Indivíduos das tribos da Índia mastigam os talos de Caralluma fimbriata para suprimir o apetite em dias de caça.
Para a formação de Acetil Coenzima A é necessária uma enzima chamada Citrato liase; se esta enzima não for formada, a gordura não será armazenada posteriormente.
A Caralluma Fimbriata possui glicosídeos que acredita-se bloquear a ação da enzima Citrato liase. Pelo bloqueio desta enzima, Caralluma fimbriata bloqueia a produção de gordura. Além disso, bloqueia outra enzima chamada Malonil Coenzima A inativando ainda a formação de gordura pelo organismo, e por esta razão, o mesmo é obrigado a queimar as reservas existentes.
Estudos clínicos controlados comprovam a habilidade de Caralluma fimbriata em suprimir o apetite. Caralluma fimbriata parece “enganar o cérebro”, mandando ao hipotálamo uma mensagem de estômago cheio, mesmo quando a pessoa ainda não se alimentou. Acredita-se que certos glicosídeos da Caralluma fimbriata inibam o mecanismo sensorial da fome no hipotálamo.
Baseado na longa história de uso diário de Caralluma fimbriata na Índia, com nenhum registro de efeitos adverso, o extrato de Caralluma parece ser seguro para o uso terapêutico proposto, além disso, apresenta estatisticamente uma redução significante do peso corporal, é bem tolerado e não demonstrou nenhum efeito colateral ou adverso.
Este é mais um componente da minha fórmula mágica...rsrsrsrs!!!
Incredible India!

